Ultravioleta: Conheça a nova série de suspense criminal que estreio na Netflix

A primeira temporada da série de suspense criminal Ultravioleta já está disponível no catálogo da Netflix. A primeira temporada conta com 10 episódios.

Em busca de justiça, uma comunidade online de detetives amadores descobre na tecnologia uma ferramenta para solucionar crimes. E também para fazer amigos bem peculiares.




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(Des)encanto, Série da Netflix do mesmo criador de Os Simpsons já está disponível

(Des)encanto, série original Netflix do mesmo criador de Os Simpsons, Matt Groening, já está disponível. A série terá 20 capítulos em sua primeira temporada, divididos em duas partes.

A trama se passará em um reino mágico chamado Dreamland, e acompanhará a vida de uma princesa alcoólatra chamada Bean, com seu amigo Elfo e Luci, seu demônio pessoal.

Confira o trailer abaixo:




 

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Game of Thrones | Teoria que diz que Jon Snow virará o Rei da Noite

A oitava temporada de Game of Thrones está a menos de um ano de ser lançada e os fãs tem menos de um ano para fazer todas as teorias possíveis sobre o destino de Westeros. A maioria espera por um final “Disney” que seria Jon Snow (Kit Harington) e Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) enfrentando o Rei da Noite e saindo vitoriosos da batalha.

Há mais nova teoria de Game of Thrones que pipocou na internet foi feita por um fã no Reddit, que argumenta que há apenas uma maneira de os exércitos de homens vencerem os exércitos dos mortos.

O raciocínio é bem simples. Lembre-se do episódio 5 da quinta temporada. Nas visões de Bran (Isaac Hempstead-Wright), ele vê que o Rei da Noite foi criado pelos Filhos da Floresta, séculos antes, anos antes da primeira Longa Noite (que foi há 8.000 anos). Portanto, ele deve ser imortal. Isso fez com que fãs se debruçassem na seguinte questão: “como Jon pode matar o Rei da Noite sendo ele imortal?”.

Game of Thrones - Jon Snow

 

A conclusão alcançada nessa teoria foi a de que não é possível matá-lo, portanto, ela tenta encontrar uma forma de derrotar o Rei da Noite sem que ele precise ser morto da mesma forma que os demais caminhantes brancos.

Passo a passo o que precisaria ser feito portanto, seria o seguinte:

Alguém tem que ‘puxar’ o dragonglass em seu peito que foi usado para criá-lo em primeiro lugar. Ao fazer isso, o Rei da Noite ‘morreria’, mas ao contrário do que acontece quando alguém mata um andador branco ‘normal’, nenhuma das criaturas que o rei da Noite ‘criou’ ou virou morreria. Em vez disso, eles perderiam o efeito controlador da mente que o Rei da Noite tem sobre eles, e começariam a fazer o que quisessem, ou seja, furiosos em todo o reino. Para evitar que esse cenário aconteça, Jon então cravaria o pedaço de vidro de dragão no seu próprio peito, passando então a controlar o exército de mortos e salvando Westeros.

Além disso, esta teoria trabalha com os argumentos em andamento por trás do conhecimento de Azor Ahai da primeira Longa Noite. Portanto, que Jon Snow é o Azor Ahai revivido. Sendo que dessa vez, o Azor Ahai não repetiria a mesma história: ao invés de sacrificar o coração da Nissa Nissa – ou, nesse caso, Daenerys -, ele mesmo se sacrificaria.

O problema da teoria é que nada prova que ao se transformar em Rei da Noite, Jon Snow continuaria em poder de sua personalidade, ao invés de se tornar uma criatura demoníaca – o mais provável é que, qualquer pessoa que se torne um caminhante branco ou mesmo o Rei da Noite perca a própria autonomia no momento da transformação.




 

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GAME OF THRONES | GEORGE R.R. MARTIN EXPLICA O MOTIVO DE MATAR SEUS PERSONAGENS

George R.R. Martin é o escritor de As Crónicas de Gelo e Fogo, uma saga de livros que ganhou uma adaptação pela HBO para a série Game of Thrones. Tanto a série como o livro se tornou um sucesso pelo fato de George obriga aos espectadores e leitores a vê e lê seus personagens favoritos sempre morrendo em algum momento da historia.

Em uma entrevista a emissora americana CBS, o autor de Game of Thrones, George R.R. Martin, explicou como conseguiu a facilidade em eliminar a vida de seus personagens, independente se eles forem muito importantes ou não na historia. Segundo o autor, tudo começou quando tinha 13 anos de idade enquanto fazia a leitura de O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien, uma saga muito bem desenvolvida e aclamada por um público semelhante ao de Game of Thrones.

O escritor afirmou que era fã do personagem Gandalf, e que foi muito duro acompanhar a sua morte na historia.  O efeito que a cena tinha feito nele foi impactante, mas foi a partir daquele acontecimento que foi a origem de todos os seus personagens que hoje estão mortos.

Veja o trecho da entrevista em que ele diz que Tolkien o inspirou:

“Você não pode matar o Gandalf. E Tolkien quebrou esta regra, e eu o amarei pra sempre por isso. Porque no minuto em que você mata o Gandalf, o suspense de tudo que acontecerá depois é muito maior. Agora, qualquer pessoa pode morrer. E isso teve uma enorme influência em mim e a facilidade de matar qualquer um a qualquer momento”, disse George R.R. Martin na entrevista.

Todas as temporadas de Game of Thrones estão disponíveis no catálogo do serviço de streaming HBO Go.




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Conheça La Casa de Las Flores, série que estreio na Netflix

A Netflix estreio na sexta-feira, 10 de agosto, a primeira temporada de sua nova comedia La Casa de las Flores, uma série original mexicana. Assista o trailer acima:

De um dia para o outro, o dono de uma bem-sucedida floricultura descobre que sua amante de longa data faleceu. Por isso, ele decide levar seus filhos para morarem na casa ao lado de sua atual esposa e família, que ainda não sabiam do tal caso extraconjugal. Depois da revelação, vários outros segredos vêm à tona, e eles terão que se esforçar para esqueçer os problemas e perdoar uns aos outros.

Esta é a terceira série mexicana da Netflix. Além desta produção, estão disponíveis no serviço as séries: Club de Cuervos – que já conta com 2 temporadas completas disponíveis na Netflix – e Ingobernable – drama político com 1 temporada disponível no serviço

La Casa de las Flores é uma série criada por Manolo Caro, com Verónica Castro, Cecilia Suárez e o ator espanhol Paco León no elenco. A primeira temporada terá 13 episódios.




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Crítica | Sharp Objects – 1X05: Closer

Com clima tenso e revelações importantes, foi ao ar na HBO o 5º episódio de Sharp Objects . Será que conseguimos descobrir mais algo a respeito do assassino?

 

   AVISO DE SPOILERS

Esse episódio de Sharp Objects deixa um pouco de lado a trama envolvendo o assassino, mas foca em alguns personagens cuja importância ao longo da série vai ser fundamental. Pelo pouco apresentado, acredito que o próximo episódio entre mais a fundo nas pistas e na relação do assassino com a cidade.

Vale destacar a festa (o dia comum) que acontece na casa de Amora, a partir desse evento, vemos uma sucessão de acontecimentos importantes. Em determinado momento, Richard Willis conversa com a Adora, e ela chama Richard para subir e conhecer o piso de bambu em um andar superior da casa. Parece uma cena simples, porém ela tem um significado. A conversa ocorre na janela com vista para a festa, isso apenas retrata como Adora ver todos na festa, de cima para baixo, isso não é a toa, Adora sempre vê o outro como inferior, ela sempre acha que está acima de todos, como no episódio onde ela faz uma ameaça Chief Bil, onde ameaça chamar outro delegado no seu lugar se ele não encontrar o assassino

.Crítica | Sharp Objects




A forma como foi conduzido a história ao longo do episódio foi importante, uma vez que como o foco mudou, usaram esse episódio para aprofundar e evoluir mais a relação de alguns personagens.

Outro ponto a destacar é a conversa de Adora com Camille. Acredito que vai ser um ponto fundamental na evolução do personagem de Amy Adams, pois a forma como a Adora falou e comparou Camille ao seu pai foi impactante, uma vez que ela descobriu pela sua própria mãe o que ela já desconfiava, não existe amor por parte de sua mãe. A importância se deu devido a sua atitude, na sequencia Camille vai a procura de Richard e a partir disso os dois entram em um momento íntimo, onde ela tenta avançar mais uma etapa devido a forma como seu corpo é marcado, fica nítido que tudo isso aconteceu devido a conversa com sua mãe e com certeza isso terá algum tipo de consequência.

Crítica | Sharp Objects

Nesse ponto podemos nos perguntar se essa revelação vai ajudar Camille ou vai fazer com ela fique mais confusa, uma vez que ela não consegue exprimir seus medos e de se proteger uma vez que não existe uma autoconfiança?
Fica apenas a vontade de conferir mais um episodio e ver como vai continuar essa trama, mais um episódio bem desenvolvido, boas atuações e uma fotografia no mínimo interessante, Sharp Objects entrega bem o que promete e consegue manter qualidade aliado ao uma história intrigante cheia de segredos.




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Game Of Thrones | Ilha de Skye na Escócia pode ser locação para “ The Long Night “

Segundo o site Daily Record, a Ilha de Skye na Escócia pode vir a acolher as gravações de “The Long Night“, o novo derivado de Game Of Thrones.

Segundo a fonte citada acima, a ilha de Skye foi procurada para identificar possíveis locais com potencial para cenas de ação e imagens paisagísticas. Afirmam ainda que isto pode vir a representar um aumento significativo no desenvolvimento da ilha, uma vez que a série mãe tem tido um grande impacto do ponto de vista turístico em todos os locais onde tem gravado ao longo dos últimos anos.

“The Long Night” é o título que Martin sugeriu para o spin-off de GOT.

Veja imagens da ilha:

 

Com os seus 1700 km², Skye é a segunda maior ilha da Escócia. Possui um dos relevos mais escarpados da Escócia bem como um rico património de castelos e monumentos antigos. A parte sul da ilha é constituída de uma série de penínsulas. Skye é circundada por outras pequenas ilhas, entre as quais Raasay, Scalpay e Soay. A ilha caracteriza-se por uma paisagem agreste.




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The Handmaid’s Tale: crítica da segunda temporada

Após uma premiada primeira temporada, a Hulu obviamente decidiu renovar The Handmaid’s Tale para uma segunda temporada. A dúvida de todos era: a série tem mais o que mostrar sobre a vida da aia na república de Gilead? E eu lhes digo que sim.

Esse texto contém spoiler da série. Leia se já tiver assistido ou por sua conta em risco.

A temporada começa com a fuga de June e seu difícil caminho rumo ao Canadá. A fuga não dá certo e a aia é levada de volta para a casa dos Waterford. Vimos nessa temporada June ser torturada de várias maneiras. Tortura física, psicológica, o sentimento de culpa pelo rastro que a tentativa de fuga dela deixou. Vi muitas pessoas dizendo que a série tinha virado uma espécie de torture porn, onde víamos June ser torturada episódio após episódio. Eu acho que eles retrataram aquilo que precisavam. Ali é um mundo difícil, opressor. A fuga de uma aia grávida é algo sério, quebrar a personalidade dela, colocar toda a culpa em June e deixar Offred livre para ser a “aia boazinha” é cruel mas parece bem algo que aquele sistema faria, na tentativa de se preservar.  Mas durante a temporada vimos June ir de total rebelde para submissa e etão rebelde de novo. Confesso que esse vai e vem me cansou um pouco. O fato dela fugir, voltar para a casa, fugir de novo e decidir ficar em Gilead também me preocupa, pois não quero que ela volte a casa dos Waterford de novo. Sei que é importante para a série a dinâmica entre June e os moradores da residência mas acho que já era de andarmos com isso e encontrar novos meios de narrativa.

Por falar em dinâmica, a melhor coisa para mim foi a interação entre June e Serena. Que construção de personagem maravilhosa a que fizeram com Serena! É, para mim, a personagem mais complexa da série. É difícil para quem gosta de dividir personagens em bons e maus saber onde colocar Serena. Ela faz muitas atrocidades e coisas ruins, não me entenda errado, não a estou defendendo. Mas você entende o que ela quer, entende o quanto ela perdeu para conseguir, entende que ela já foi longe demais para voltar atrás. Quando em visita ao Canadá, lhe é ofertado a possibilidade de fugir e ela nega. Não consigo ver Serena Joy fugindo e sendo bem recebida em nenhum grupo de refugiados de Gilead. Ela sabe que não pode fugir. Mas também sabe que aquele país do jeito que está não será bom para sua filha crescer e tenta mudar isso. Serena assumiu o comando do escritório de Fred enquanto ele estava internado por causa do atentado de Offglen. Contou com a ajuda de Nick e June. Ofereceu uma caneta a June e confiou nela. Apanhou do marido quando ele descobriu. Serena enfrentou os comandantes e em busca de um futuro melhor para sua filha os desafiou, lendo a bíblia para eles. Perdeu um dedo por isso. Embora castigada por isso, esse ato da esposa nos mostra o poder da união. E essa revolução esta começando a acontecer. Aias juntas, com o mayday, fizeram um pouco. Martas unidas conseguiram a fuga de Emily e a bebê Nicole. Esposas unidas podem conseguir mais. Aias, martas e esposas juntas podem mudar tudo. Sororidade.

A atriz Alexis Bledel entrou para o elenco fixo da série nessa segunda temporada mas achei sua participação tão pequena como na primeira. Pequena porém pontual. Conhecemos um pouco do seu passado como professora universitária, vimos sua esposa e seu filho. Há uma cena onde Emily e a família tentam ir para o Canadá mas Emily é impedida de ir pois aquele casamento não é mais válido. “É a lei”. É um episódio ainda no bem no começo da temporada mas que me fez pensar tanto e ainda está comigo agora que a temporada acabou. A forma como as leis podem mudar e de repente você está a mercê de uma nova lei. Apenas porque alguém disse que aquele pedaço de papel não valia mais nada, uma mulher se separou da família e virou escrava sexual de um regime ditatorial. Cena rápida mas para mim muito pesada.




Emily apareceu pouco mas vemos a aia perdendo a sanidade pouco a pouco, em cada uma de suas aparições. Estuprada sistematicamente e castrada na primeira temporada, aqui ela foi enviada para as colônias onde limpava lixo químico, seu corpo apodrecendo aos poucos, foi levada de volta a ser aia, de volta aos estupros, viu um comandante morrer em cima de si, foi dada a um novo comandante que não agia como os outros. Ali ela não sabia o que a esperava, se ele não queria fazer a cerimônia, então o que ele queria? Isso tudo explodiu quando ela esfaqueou Tia Lydia. Apenas torço que as coisas agora deem certo e ela consiga chegar no Canadá e reencontre sua família.

A temporada trouxe uma personagem nova, Eden. Achei que se livraram dela cedo demais. Eden era filha de Gilead, nova demais para lembrar como era antes e fiel a como as coisas são agora. Isso causava a constante tensão de que ela iria denunciar Nick e June, algo assim. Mas, embora rápida, a virada dada a personagem foi muito boa. Eden lia a bíblia, fazia anotações e tentava entender a Palavra. Quando Gilead pediu que ela não fosse verdadeira consigo mesma, ela sabia que aquilo era errado. Porque ela conhecia a verdade divina. E não a versão deturpada que Gilead faz da bíblia. E assim ela morreu, do lado do homem que amava e fiel a quem ela era e fiel ao Deus que ela acreditava. Foi um dos episódios mais tristes para mim. E um dos mais poderosos. Nos fala sobre o poder do conhecimento.

Momentos que merecem destaque:

  • A rima visual da bomba com a caneta foi linda. Duas armas diferentes mas igualmente poderosas.
  • O reencontro de June com a filha Hannah foi o momento que mais me arrancou lágrimas esse ano.
  • Janine amamentando a filha e provando que o amor pode curar.
  • As aias se apresentando umas as outras, pelos verdadeiros nomes pela primeira vez.
  • A mãe feminista de June presente no livro finalmente apareceu na série. Triste saber que ela morreu nas colônias.
  • Fred estuprando June pela primeira vez fora da cerimônia. Foi uma das cenas mais difíceis de ver da série. Não que os outros estupros fossem fáceis mas June sempre dizia que estava distante e naquele ela estava 100% ali.

Esse ano de The Handmaid’s Tale pode terminar com uma sensação de termos andado muito sem sair do canto mas a verdade é que saímos sim. A revolução está cada vez mais perto e é isso que quero ver na terceira temporada, Gilead finalmente começando a ruir. E vocês, o que acharam da segunda temporada? O que esperam da terceira? Deixem nos comentários e até ano que vem!




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Game of Thrones | DERIVADO PODE COMEÇAR A SER GRAVADO EM OUTUBRO

O jornal britânico Telegraph [via Winter is Coming] afirma que a HBO dará início a produção em outubro na Irlanda do Norte: “Foi confirmado que as filmagens do prequel de Game of Thrones começarão em Belfast em outubro. A equipe dos estúdios Paint Hall, na cidade, já foram informadas que o próximo grande projeto será um seriado ambientado mil anos antes dos eventos da série principal.

a HBO ainda não confirmou a informação e nem especificou o período da história, mesmo já tendo sido confirmado que será um prequel: o seriado será ambientado anos antes do original e mostrará como o universo criado por George R.R. Martin foi de uma Era de Ouro para um dos períodos mais sombrios das história.

Leia a sinopse: “Uma coisa é certa: dos segredos horríveis da história de Westeros até a verdadeira origem dos Caminhantes Brancos, os mistérios do Leste aos lendários Starks… essa não é a história que pensamos conhecer.

Jane Goldman (KingsmanX-Men: Primeira Classe) será a showrunner do projeto sem título, com Martin assumindo a produção executiva após ter colaborado no roteiro.

Ainda não há previsão de estreia para o derivado. Já que a HBO vai exibir a conclusão de  Game of Thrones  em 2019, sem data definida até o momento.




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